“A praça e o menino parte 1” Por Alexandre Dalpupo

Alexandre S. Dalpupo

adalpupo@yahoo.com.br

 

 

Olá internautas,

Meu nome é Alexandre S. Dalpupo, hoje inicio uma nova etapa de minha vida, vou escrever crônicas sobre as DROGAS e seus Malefícios. Começo hoje escrevendo a primeira parte de um desabafo.

“A praça e o menino parte 1”

 

Um dia destes, me deparei com uma situação, estava eu, (num dos poucos momentos de folga),  sentado em um banco da praça, pensando na vida quando chegou um menino e começou a conversar.  Ele por impulso começou a me perguntar coisas sobre a minha vida.

Fiquei espantado com a primeira pergunta;

O menino: o senhor tem filhos?

Sim, respondia a ele!

Quantos? me perguntou ele.

Sim, tenho três filhos!

Qual o seu nome me perguntou ele?

Respondi: meu nome é Alexandre!

O senhor bate neles ou na mãe deles? me perguntou ele.

Eu fiquei assustado com o que  tinha me perguntado, foi quando me dei por conta e perguntei seu nome e idade?

Ele me respondeu: meu nome é G.S.L e tenho seis anos!

Quando percebi estava eu em uma situação que nunca imaginava passar na vida.

Perguntei a ele porque tanto interesse em saber todas aquelas coisas sobre mim, mal sabia eu que tudo aquilo era apenas o começo. O menino respondendo a minha pergunta: Porque meu pai me bate e também em minha mãe! Tenho três irmãos e eles também me batem, e um deles esta na prisão porque bateu na minha mãe.

Mesmo antes que eu fizesse a próxima pergunta ele me disse como se eu tivesse a solução para todos os seus problemas: ELES USAM DROGAS!

Quais drogas? perguntei a ele. (Como se não soubesse a resposta)

Respondendo a minha pergunta, o menino diz:  cachaça, pedra e cocaína!

Ao final da resposta estávamos os dois chorando ele por estar decepcionado pela condição com vida que lhe era oferecida até o momento.

Eu por lembrar que o menino tinha somente seis anos… Continua!

 

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1 comentário Quero comentar!

  • Irmão Alexandre S. Dalpupo não vou mais esquecer seu nome por dois motivos:
    Hum porque tenho um exemplo de sobrinho que se chama Alexandre;
    Outro pela sua coragem de puxar do fundo do baú nossas mazelas, problema critico, crônico, delicado, importantíssimo de nossa sociedade hipócrita e que todas esferas de governos se omitem até de discutir, não querem nem falar do assunto até parece que tudo oque está acontecendo com nossa sociedade relaciona-se a um outro planeta e não aqui na terra bem debaixo do nosso nariz, e porque não dizer dentro de nossas próprias famílias.
    Preocupam-se até com o aquecimento global,mas esquecem da coisa mais importante de nosso planeta ( “VIDAS HUMANAS”), transformadas em farrapos, parecidos até com extra-terrestres, menos como pessoas.
    Em 1971 Richard Nixon declarou publicamente ” O INIMIGO NÚMERO HUM DOS E.U.A. É O ABUSO DE DROGAS. Afim de derrotar esse inimigo, é necessário travar uma nova e total ofensiva.
    Especialistas estimam mesmo sem estatística precisas magnitude da indústria de drogas ilícitas movimentando aproximadamente na época HUM TRILHÃO DE DÓLARES por ano, isso só nos Estados Unidos, que tem estados onde permita por lei usar drogas.
    Em 2010 a agência das Nações Unidas sobre drogas e crimes advindos daí calculou em torno de 300 milhões de pessoas com idade entre (15 a 64 anos), já haviam usado maconha ( cannabis) no ano anterior, seguido de anfetamina e pasmem principalmente homens. Estima-se que somente (VINTE POR CENTO) dos consumidores recebam tratamento para dependência , e as mortes decorrentes dessa catástrofe vitimam só por morte de 99 mil a 253 mil pessoas por ano mundo.
    No México (NOVENTA POR CENTO DAS MORTES DO PAÍS TEM LIGAÇÃO COM DROGAS.
    No Brasil 40 mil pessoas só entre os anos 2006 a 2010 com dados oficias em média 8 mil óbitos por ano.
    Ainda que caminhe por vale tenebroso , não temerei mal nenhum , porque tu estás junto a mim; teu bastão e teu cajado me deixam tranquilo.
    Preparas a mesa para mim, diante dos meus inimigos; unges minha cabeça com perfume, e minha taça transborda .
    Sim bondade e fidelidade me seguem todos os dias de minha vida, e habitarei na casa de javé por dias sem fim. (SALMO 23; 4,5,6,)

    Comentário by ASSIS FRANCISCO PINTO — 5 de agosto de 2015 @ 16:37

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Autor desta matéria

Everaldo Camargo

Diretor Geral, mora em Bom Jesus-RS


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